quarta-feira, 14 de julho de 2010

Iluminação residencial e seus cuidados


Iluminação residencial capaz de oferecer basicamente quatro características a qualquer ambiente: eficiência, segurança, aconchego e funcionalidade.Esse é o conceito expresso pelo arquiteto e designer Guinter Parschalk, que ressalta ser o binômio "forma e função" a base de um projeto de iluminação. "Não se trata somente de clarear um espaço, mas sim considerar cada ambiente com seus índices de prioridade", diz ele. Como orientação ao consumidor, Parschalk dá algumas dicas de como deve ser a iluminação em cada ambiente da residência. Veja abaixo.

COZINHA

Durante o dia, diz o arquiteto, a luz branca é a mais indicada, porque sinaliza atividade e mais diretamente ligada à luz natural. À noite, luz amarelada, que é mais relaxante. Num espaço de 4x4m, por exemplo, Parschalk sugere quatro pontos de lâmpadas fluorescentes no teto, "que vão gastar menos energia do que um único ponto central, para o qual seria necessário uma lâmpada bem mais potente". Na área de preparação final dos alimentos, ele recomenda uma luz incandescente ou halógena.

SALA DE ESTAR

Este é um espaço importante, diz Parschalk, porque freqüentemente congrega pessoas. "Sugiro uma luz confortável, com dimer, para mudar o clima com maior ou menor intensidade de luz, porque o estado de espírito das pessoas não é igual todos os dias." São interessantes ainda, diz ele, spots voltados para quadros na parede e iluminação de baixo para cima nas plantas. Também estas luminárias seriam equipadas com dimer. Para as lâmpadas, o modelo seria a halógena ou a incandescente.

SALA DE JANTAR

"Nesta área seriam adequados dois circuitos de lâmpadas, para serem utilizados alternadamente ou em conjunto", explica Parschalk. Esses circuitos teriam cores e desenhos diferentes. Ele sugere um lustre com oito lâmpadas.

HOME TEATHER

Aqui, segundo o arquiteto, é fundamental a lâmpada blecaute (com proteção de prata), "porque iluminação não é só pôr luz, mas também tirar". Ele ressalta que é preciso cuidado para não "iluminar a cabeça das pessoas". Para isso, as luzes deverão estar na periferia do ambiente. "Também é interessante uma lâmpada voltada apenas para clarear a estante de discos, que pode ser acionada somente na hora de manuseá-los".

QUARTO

Parschalk ressalta que a iluminação voltada para o armário de roupas é o requisito essencial no quarto. "Mas para não fazer sombra, deve ser voltado para dentro do móvel ou ser paralela a ele". Para esta função, a lâmpada adequada é a fluorescente. Nos abajures, o arquiteto diz que recomenda sempre luminárias articuladas: "São muito mais práticas e funcionaias, pois permitem que o marido ou a esposa direcionem a luz para sua leitura, sem afetar o outro cônjuge, que pode estar dormindo já"

BANHEIRO

Em área molhada, diz Parschalk, o ideal são as lâmpadas halógenas PAR, que são blindadas com bulbo embutido e vidro bem grosso. "Pode cair água em cima dela que não haverá nenhum problema". Também podem receber água os spots embutidos que têm proteção de vidro. Para a luz geral no banheiro, são indicadas as lâmpadas halógenas ou fluorescentes. "Se for fluorescente, que não seja aparente, porque a cultura das pessoas é achar que essa lâmpada, descoberta, é muito tipo ‘escritório’".

Veja abaixo, as características e funções dos quatro tipos de lâmpadas mais utilizados.

INCANDESCENTES

Podem ser equipadas com dimmer, utilizadas em lustres, arandelas plafonniers, abajures, etc. As versões com o bulbo claro proporcionam luz brilhante. O acabamento leitoso reduz o ofuscamento e atenua a formação de sombras. As lâmpadas com tratamento espelhado resultam em uma luz concentrada e com maior intensidade.

FLUORESCENTE TUBULAR

São a clássica forma para uma iluminação econômica. A alta eficiência e a longa durabilidade garantem aplicação em diversas áreas residenciais, comerciais e industriais. A grande revolução das fluorescentes, ao longo dos anos, ficou por conta da redução do diâmetro e melhoria da qualidade da luz.

FLUORESCENTE COMPACTA

Com design moderno e compacto, oferecem excelente qualidade de luz, alta eficiência energética, longa durabilidade (até oito vezes maior que as lâmpadas incandescentes comuns), excelente distribuição de luz e com uma diversificação capaz de atender às mais diferentes necessidades de aplicação, sejam elas comerciais industriais ou residenciais.

HALÓGENAS

As lâmpadas halógenas possuem luz brilhante, que possibilita realçar as cores e objetos com eficiência energética maior do que a das lâmpadas incandescentes comuns. Por serem compactas, as lâmpadas halógenas são utilizadas nas mais diversas luminárias, desde pequenos spots até wallwashers, oferecendo liberdade para a criação de diversos ambientes. Em termos de economia, as lâmpadas halógenas oferecem mais luz com potência menor ou igual à das incandescentes comuns, além de possuírem vida útil mais longa, variando entre 2.000 e 4.000 horas.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/index.php?VjFSQ1VtUXlWa1pqU0ZKUFVrZDRVRnBYZEZaTlJsSnpWRzFHYVZKclNsWlhibkJLVUZFOVBRPT0=

terça-feira, 6 de julho de 2010

O Piso Ceramico



Para escolher corretamente o seu piso leve em consideração os seguintes requisitos:
Procedência do Produto:
se tem informações sobre o fabricante (telefone, endereço) e indicação de estar de acordo com as normas.

Local de Aplicação (parede ou piso):
área residencial, comercial ou industrial.

Trânsito no Local:
de pessoas, de veículos, de móveis que são arrastados – para determinar o Índice PEI do produto que será comprado.

Umidade no Local:
para determinar o Grupo de Absorção do produto – para locais mais úmidos, recomendam-se produtos com baixa absorção.
A absorção de água é uma propriedade do corpo cerâmico e está diretamente relacionada com a porosidade da peça. Outras características como a resistência ao impacto, a resistência mecânica, a resistência ao gelo, a resistência química estão associadas com a absorção de água.
Os revestimentos cerâmicos possuem uma variação de absorção de água desde absorção quase zero para porcelanatos até cerca de 20% de absorção para azulejos.

Metragem do Local (m2):
para cálculo da quantidade de peças necessárias.

Cuidados na obra
Ao receber o revestimento cerâmico na obra, tome cuidado para que nenhum dano venha a ocorrer comprometendo assim a qualidade do produto.
É importante que as embalagens estejam empilhadas da maneira correta a fim de evitar danos ao produto como quebra de cantos ou até de toda a peça.
As embalagens dever ser empilhadas cuidadosamente até uma altura máxima de 1,5 metros.
Deposite sempre as embalagens verticalmente.
Preste atenção às figuras abaixo e utilize sempre a forma adequada de empilhamento.

Como é feita a análise e classificação em relação á DEFEITOS ?
A análise da superfície das placas cerâmicas, é efetuada a olho nu, sob iluminação adequada, para detectar defeitos que comprometam a estética do produto, tais como bolhas, pintas, furos, saliências, lascamentos, erros na decoração, etc, sendo os produtos classificados como:

Extra (A) - Defeitos visíveis até 1m de distância;

Comercial (C) - Defeitos visíveis de 1m a 3m de distância;

Refugo (D) - Defeitos visíveis acima de 3m de distância

Por norma, o consumidor deve receber 95% das placas dentro do padrão de qualidade pelo qual pagou.


Como especificar corretamente?

Para cada tipo de uso e ambiente, existe um revestimento cerâmico mais indicado, sendo muito importante na hora da especificação, ter conhecimento sobre todas as generalidades do projeto, com especial atenção às condições de uso (tráfego, agentes manchantes ou que possam ricar o produto), à cor e ao tipo de superfície do produto.

Quando o consumidor ou o assentador assumem o papel de especificadores, tornam-se responsáveis pela escolha realizada assim como suas conseqüências. Por isso, o ideal é sempre consultar um profissional , que possui conhecimento técnico de todos os produtos vendidos na loja.

O que significa o termo "PEI" ?
Os revestimentos cerâmicos também são classificados segundo teste de resistência do esmalte da peça ao desgaste por abrasão.
Essa classificação é conhecida como Índice PEI, onde são indicados os ambientes mais adequados para sua aplicação.
A sigla PEI origina-se do laboratório que desenvolveu este método de ensaio ( Porcelain Enamel Institute), e indica um índice de resistência ao desgaste superficial em placas cerâmicas esmaltadas para revestimento (expostas a uma carga abrasiva a um determinado número de giros).
As cerâmicas de qualidade devem ter a PEI gravada nos fundos das placas.
PEI 1 (menos resistente):
Produto recomendado para ambientes residenciais onde se caminha geralmente com chinelos ou pés descalços. Exemplo: banheiros e dormitórios residenciais sem portas para o exterior.
PEI 2:
Produto recomendado para ambientes residenciais onde se caminha geralmente com sapatos. Exemplo: todas as dependências residenciais, com exceção das cozinhas e entradas.
PEI 3:
Produto recomendado para ambientes residenciais onde se caminha geralmente com alguma quantidade de sujeira abrasiva que não seja areia e outros materiais de dureza maior que areia (todas as dependências residenciais).
Dica
• As cerâmicas monoqueima, que são queimadas junto com o esmalte, proporcionam maior resistência à pintura.
PEI 4:
Produto recomendado para ambientes residenciais (todas as dependências) e comerciais com alto tráfego. Exemplo: restaurantes, churrascarias, lojas, bancos, entradas, caminhos preferenciais, vendas e exposições abertas ao público e outras dependências.
PEI 5 (mais resistente):
Produto recomendado para ambientes residenciais e comerciais com tráfego muito elevado. Exemplo: restaurantes, churrascarias, lanchonetes, lojas, bancos, entradas, corredores, exposições abertas ao público, consultório, outras dependências.
fonte: inmetro.gov.br
http://www.fazfacil.com.br/reforma_construcao/pisos_ceramicos.html